E se o desenvolvedor sumir?
As sete coisas que precisam estar no seu nome, como conferir em dez minutos e o que fazer se alguma não estiver com você.
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A pessoa que procura um dentista no Google decide em segundos se confia na clínica. Ela olha as fotos, procura o endereço, tenta entender quanto custa — e some se não encontrar. A gente constrói o site que atende essa pessoa antes de você falar com ela.

Tratamento estético é decisão cara e irreversível na cabeça de quem compra. Sem ver o resultado provável, a pessoa adia.
Foto de banco de imagem, site que não abre no celular e telefone que ninguém atende dizem mais que qualquer texto.
Se o caminho até a sua agenda tem mais de dois toques, você perde a pessoa para a clínica que responde no WhatsApp.

O SorrIA é nosso: simulação estética de sorriso com inteligência artificial, feita para clínicas odontológicas. A partir de uma foto, o paciente vê o resultado provável do tratamento antes de decidir.
Foi construído com a parte chata levada a sério: foto de paciente em armazenamento privado, acesso controlado e caminho de exclusão funcionando, como a LGPD exige de quem guarda imagem de pessoa.
É o tipo de coisa que nenhuma agência de bairro tem para oferecer — porque exige desenvolver software, não contratar plataforma.

Uma conversa para entender a clínica, os tratamentos que você quer destacar e quem vai cuidar do dia a dia. Aí a gente constrói.
O domínio é registrado no CNPJ da clínica, não no nosso. O site sobe nele, com e-mail e certificado de segurança funcionando.
A clínica opera pelo painel, com treinamento e manual na entrega. Sem mensalidade. Conteúdo, campanha ou acompanhamento depois são serviços à parte — e só se a clínica quiser.
A pergunta mais honesta que um dono de clínica faz é: e se você sumir?
Por isso a regra aqui é fixa. O domínio fica registrado no CNPJ da clínica. Os dados dos pacientes ficam nos sistemas da clínica. O código é entregue documentado. Sem mensalidade: se um dia a clínica quiser outro parceiro, leva o site inteiro.
Você nunca fica refém, nem da gente.
"A plataforma pronta é uma ferramenta que você aluga. Aqui você tem alguém — e uma loja que é sua."

Depende do tamanho: quantos tratamentos entram, se a clínica já tem fotos e quem vai cuidar do conteúdo depois. A conversa inicial é para entender isso — sai proposta fechada, sem surpresa no meio do caminho. Pagamento único, sem mensalidade.
De três a quatro semanas, contando a partir do momento em que temos os textos e as fotos. Essa costuma ser a parte que atrasa, então vale começar a juntar cedo.
Pode, com consentimento por escrito do paciente e dentro do que o Código de Ética Odontológica permite. A gente monta a galeria já com o controle de consentimento; a decisão do que publicar é sempre da clínica.
Na maioria dos casos sim. Depende do sistema que a clínica usa — é uma das perguntas da primeira conversa.
Sim. O trabalho é remoto na maior parte do tempo; a distância não muda a entrega.
As sete coisas que precisam estar no seu nome, como conferir em dez minutos e o que fazer se alguma não estiver com você.
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